Vera Barbosa

A maioria das coisas importantes que aprendo vêm de dentro, e não de fora de mim.

Textos

A morte é a grande Esfinge que nos pede para decifrar o indecifrável. É o denominador comum entre o Ser humano e o desconhecido. É a linha de chegada de todas as corridas. É o melhor professor dos vivos. É a carruagem que nos leva ao fim do Tempo. É um trem no qual embarcamos sem conhecer o destino da viagem.
                                    
A morte não me apavora. Eu tenho medo é da vida!

A vida sempre termina, em compensação a morte é eterna.

A única coisa sobre a qual não podemos opinar depois de experimentar é a morte.

O homem só se torna imortal depois que morre.

O Ser humano sempre se perguntou se continuará existindo após a morte. Ela mesma dará a resposta.

O que mais assusta na morte é que ela é tão irremediavelmente definitiva! A pessoa está aqui e, no momento seguinte, não mais. Não há tempo para despedidas, pedidos de perdão, contar a última confidência, falar o que sempre quis. O tempo para aquela pessoa acabou, ela penetra no terreno insondável da eternidade! Quem fica, continua, de um jeito ou de outro. Quem se foi... quem sabe?

Quem se preocupa com a morte desperdiça tempo de vida.

As pessoas se preocupam muito em aproveitar a vida, mas deveriam mais é pensar em aproveitar a morte. Afinal, ela dura muito mais.
Primavera Azul
Enviado por Primavera Azul em 24/01/2018
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