Em Taubaté, onde moro, também temos o nosso Cristo Redentor e eu, o privilégio de vê-lo da minha janela.
Cercado por árvores e antenas gigantescas que competem com ele em altura, mas não em grandeza, posso vê-lo todos os dias, exceto quando há neblina ou cerração, embora a isso deva-se acostumar quando se vive em um vale. Mas quando faz um lindo dia, com esse céu, todo azul de início de inverno, ele domina a paisagem, com sua brancura impecável.
Porém, com sol ou chuva, cerração ou céu limpo, sabemos que o Cristo está lá, sempre Redentor!